“Proteção Sol & Chuva” chega renovado às prateleiras

Começamos hoje uma série de posts para apresentar as nossas novidades fresquinhas que estão chegando às prateleiras. Entre os lançamentos está o “Proteção Sol & Chuva”, que chega agora ao mercado com novo nome e embalagem. Essa tinta protege as paredes externas das casas, oferecendo mais resistência às intempéries e maior elasticidade contra fissura.

Sua tecnologia inovadora, aliás, traz ação contra fissuras, algas e mofo. E mais: “Proteção Sol & Chuva” é uma tinta acrílica elástica que forma uma película impermeável flexível, capaz de acompanhar a dilatação e retração de paredes em alvenaria ou concreto, causadas pela mudança de temperatura.

Que tal usá-lo na sua fachada?

Tudo de cor para você e até amanhã!

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Fonte: https://www.coral.com.br/pt/dicas-e-conselhos-de-decoracao/protecao-sol-chuva-chega-renovado-as-prateleiras

Evite sustos durante a obra

Seja qual for o intuito da mudança – modernizar ou adaptar a construção a eventuais necessidades ou por questões de segurança, por exemplo –, é preciso estar preparado para o que der e vier.

O SíndicoNet consultou especialistas em três áreas-chave (jurídica, administrativa e de engenharia) para você saber como proceder nessas ocasiões e evitar surpresas desagradáveis. Veja:

1º passo – Identificar e levantar o problema

Uma obra nasce, geralmente, a partir de problemas da edificação ou da necessidade de efetuar melhorias no condomínio, como por exemplo: alteração da portaria do prédio para melhorar a segurança; restaurações por conta de desgastes da edificação, como impermeabilização de alguma área ou reformas mais simples, como pintura da fachada e áreas comuns.

  • Uma visita ou consulta técnica de um engenheiro ou empresa que seja independente, que não execute obras e não tenha interesses paralelos, é o primeiro passo para nortear as ações a serem tomadas.
  • O parecer emitido pelo engenheiro é superficial, mas suficiente para dizer quais as reais necessidades, assim como qual a complexidade da empreitada. Se for muito complexa e/ou tenha uma estimativa de custos elevados, recomenda-se um estudo mais aprofundado, como uma inspeção com emissão de um laudo, parecer técnico, ensaios laboratoriais, etc.
  • Se possível, antes de iniciar o processo de cotação, discuta o assunto em assembleia quanto às reais necessidades, prioridade e estimativa de custos.
    Em São Paulo e no Rio de Janeiro, o SíndicoNet fechou parceria com empresa de engenharia para disponibilizar esse tipo de visitas técnicas de engenheiros em condomínios a preços acessíveis.

2º passo – Definir diretrizes

  • Como a grande maioria das obras exigem um cronograma extenso, custos expressivos e os riscos de desperdícios são eminentes, vale a pena investir em um levantamento técnico inicial para traçar as diretrizes do que e como será feito.
  • A contratação de uma Inspeção Técnica com emissão de relatório e/ou laudo é ideal para este levantamento e pode trazer economia, além de diminuir riscos.
    Muitas vezes a obra diagnosticada pelo condomínio apenas atua sobre as consequências de um problema, sem eliminar a causa. O laudo deverá apontar os problemas reais da edificação.
  • Outra vantagem de se dispor de um laudo técnico é que este servirá de parâmetro para solicitar os orçamentos e avaliá-los. O síndico deve pedir que as empreiteiras orcem seguindo exatamente as especificações técnicas do diagnóstico.
  • O laudo aponta os problemas da edificação e as soluções técnicas recomendadas. Pode indicar também materiais a serem usados, planilhas de quantidades e os melhores procedimentos.
  • Pequenos laudos ou pareceres, em geral, podem ser contratados a partir de R$ 1.500. Já trabalhos mais complexos podem superar R$ 40 mil. O importante, porém, é que esses valores correspondem, em média, a menos de 10% do valor das obras.

3º passo – Iniciar processo de cotação

  • O ideal é obter três ou quatro propostas para apresentação, em planilhas detalhadas, incluindo itens como: serviço, valor, condições de pagamento, garantia e prazo de execução.
  • Caso a obra tenha um escopo, projeto ou um laudo emitido pela inspeção técnica, peça para que as empreiteiras sigam exatamente as especificações técnicas do documento.
  • Como em qualquer área, é fundamental cercar-se de referências, consultando órgãos de defesa do consumidor e buscando indicações de clientes com obras realizadas há cinco ou 10 anos.
  • Caso tenha contratado uma inspeção técnica, a empresa contratada pode se encarregar de auxiliá-lo na tabulação, análise e avaliação dos orçamentos.

4º passo – Aprovar a obra em assembleia

  • O síndico deve utilizar de todos os recursos para apresentar os problemas e soluções, como fotos, relatórios, apresentações em telões e/ou e-mails para conscientizar os condôminos da necessidade da obra. Além disso, todos os orçamentos coletados devem estar equalizados, em relação aos serviços a serem prestados.
  • Em obras de valor expressivo, pode-se criar uma comissão de condôminos para analisar com mais detalhes os orçamentos colhidos; comprovar, por meio de visita, as obras realizadas pelas empresas envolvidas; negociar preço e condições de pagamento e participar da análise do contrato.
  • Vale lembrar que, se as obras forem classificadas como necessárias (par. 1º. do art. 1341 do Cód. Civil) ou necessárias urgentes e excessivas (par. 2º. do art. 1341 do Cód. Civil), o síndico pode dar andamento a obras sem aprovação em assembleia.

Consulte aqui as votações necessárias para aprovação em assembleias

5º passo – O contrato

  • Deve considerar desde o cronograma de execução – geralmente atrelado ao pagamento da(s) parcela(s) – à garantia e as possibilidades de rescisão ou indenizações (pagamento de multa), no caso do descumprimento das cláusulas.
  • O detalhamento deve ser o maior possível, incluindo desde o que será feito, números como metragem, unidades a serem modificadas, quantidade e tipo de material, discriminando marcas e modelos em uma planilha, com custos para cada item que será reformado/executado.
  • Quando o condomínio contrata uma empresa, assume a figura de consumidor e é protegido pelo Código de Defesa do Consumidor. Além da proteção da lei, o condomínio deve identificar no contrato todas as partes envolvidas – contratante e contratado, além de terceiros intervenientes, se houver; o objeto contratado, conforme proposta apresentada previamente, que poderá ser anexado; valor, forma de pagamento bem como impostos e retenções de responsabilidade do condomínio; responsabilidades das partes; tempo do serviço; multa por descumprimento contratual, inclusive prazo de execução do contrato, se cabível; formas de rescisões; entre outros.

Problemas mais comuns em obras

Antes

  • Falta de ajustes contratuais, erros no diagnóstico e determinação do que é preciso ser feito. Muitas obras realizadas apenas maquiam os problemas e, ao se desfazerem, os mesmos persistirão.

Durante

  • Atrasos no cronograma de execução. Muitas empresas subempreitam seus serviços, permitindo com que pessoas diferentes fiquem constantemente no condomínio, e isso prejudica tanto a segurança quanto o andamento do serviço.
    Muita sujeira, falta de organização, de assiduidade dos operários, substituição desautorizada de materiais etc.

Depois

  • Demora no retorno da empresa para atender a garantia no caso de algum problema.
    Falha nos serviços executados, qualidade inferior à esperada na contratação, descumprimento de garantias e, nesse caso, vale destacar o chamado “jogo do empurra”, quando há mais de uma empresa envolvida, por exemplo, em uma obra de impermeabilização, cujos acabamentos são feitos posteriormente por outra empresa.

 

O que fazer se…

… a empreiteira falir ou desaparecer?
Esse tipo de conduta deve estar prevista em contrato. Caso isso ocorra, o contrato deve ser denunciado, os pagamentos suspensos e a empresa notificada quanto ao não cumprimento do contrato. Caberá ação judicial para garantir os direitos do condomínio.… o orçamento estourar?
Se a obra for emergencial, envolvendo riscos graves aos moradores, o síndico poderá autorizar a realização do serviço e, depois prestar contas à assembleia, que fará a alteração do serviço executado, autorizando ou ratificando os rateios necessários. Em outros casos, deve ser levado para discussão e aprovação em nova assembleia.
O contrato deve prever as formas de rescisão, e ocorrendo um deles, motivado pela contratada, poderá o condomínio – de forma administrativa – notificar a empresa faltante e cobrar a multa contratual. Não havendo êxito, deverá propor a devida ação judicial para cobrar a multa contratual prevista ou, conforme o caso, perdas e danos.

 

Fique de olho!

  • Implantação de equipamentos novos, coberturas etc.: podem afetar os sistemas de impermeabilização e estrutural.
  • Em reformas do sistema de impermeabilização, na ânsia de fechar negócios pelo menor preço, algumas empresas acabam oferecendo soluções ineficazes.
  • O mesmo ocorre com obras de recuperação estrutural, que é um trabalho bastante especializado e requer materiais especiais e conhecimento técnico.
  • Muitas empresas fazem reparos errados, com materiais inadequados em uma estrutura danificada e não voltam mais. Aquele reparo vai durar certo tempo, mas como a causa não foi solucionada, o dano voltará.

Fonte: http://www.sindiconet.com.br/7170/Informese/Obras-e-Reformas/Evite-sustos-durante-a-obra

O segredo de uma boa pintura de parede: preparar a superfície

Escolher a cor que será usada em uma parede não é uma decisão fácil. Existem milhares de tonalidades disponíveis que podem trazer as mais diferentes sensações e efeitos aos ambientes.

Mas depois de eleger uma cor, quem não fica na ansiedade para ver o tom aplicado na parede?

Para receber a tinta, entretanto, a superfície precisa estar bem preparada! Isso significa que a parede tem de estar uniforme, limpa e seca, sem imperfeições, pó ou até mesmo brilho.

A dica para obter o máximo de eficiência, proteção e rendimento é seguir rigorosamente as instruções da embalagem.

Conheça algumas dicas para evitar manchas na pintura:

  1. Se alguns pontos receberam a aplicação de massa corrida ou acrílica para correção de imperfeições, essa superfície pode ter ficado porosa, dificultando a absorção. Para esses locais, a dica é aplicar uma demão de tinta com trincha e aguardar a secagem de quatro horas.
  2. Utilize espátula retangular para a homogeneização adequada. Dessa forma, serão evitados pigmentos não dispersos. O tempo de homogeneização deve ser o suficiente para uma completa mistura da tinta. Fique atento para a recomendação da embalagem.
  3. Aplique demão de tinta sempre com rolo de lã de pelo baixo. Os rolos de pelo alto não espalham corretamente o produto sobre a superfície.
  4. Para evitar o desbotamento da cor, aplique duas ou três demãos, respeitando a diluição e instruções de aplicação expressas na embalagem.

Além de preparar a superfície, vale destacar que outros fatores como diluição, temperatura, tempo de secagem, também influenciam na obtenção de uma boa pintura.

Tudo de cor para você e até amanhã!

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Fonte: https://www.coral.com.br/pt/dicas-e-conselhos-de-decoracao/o-segredo-de-uma-boa-pintura-preparar-a-surperficie

Pinturas internas e externas

Para quem está querendo saber mais informações sobre esse estilo de decoração linda. Muitas pessoas desconhecem, mas a pintura, cores e texturas também fazem parte da decoração e muito mais do que possam imaginar, isso porque se pode criar toda uma decoração em uma cor azul com textura e outra na cor verde, por exemplo, tudo isso influencia na escolha de móveis e acessórios decorativos.

A decoração de paredes externas e a decoração de paredes internas irão variar de acordo com o seu gosto. (foto: divulgação)

Veja como a coloração da sua parede pode mudar o modo como você vê os cômodos da sua casa (Foto: Divulgação)

Cores de tintas para paredes externas, internas – Dicas

Confira as cores de tintas para paredes externas, internas – Dicas e muito mais para ter uma casa maravilhosa, diferente e com tudo o que se tem direito quando o assunto é decoração. Inclusive por isso, é recomendado que sempre seja feita uma contratação de um profissional especializado para resolver todos os assuntos relacionados a decoração de todos os ambientes desejados, visto que esse tem todas as condições de fazer um trabalho voltado ao interesse do consumidor. No entanto, como muitas pessoas não tem condições de bancar um profissional, abaixo você poderá ver as dicas aliadas a links de revistas de decoração para auxiliar na hora da escolha de cores e texturas. Então, veja as melhores possibilidades de escolha nessas dicas de cores de tintas para paredes externas, internas para melhor lhe auxiliar na hora de decorar um ambiente.

Cores de tintas para paredes externas, internas – Dicas (Foto: Divulgação)

Cores vivas para as paredes da sua casa

Hoje em dia as cores mais vivas estão em destaque como o roxo, por exemplo, que está mais em evidência tendo em mente as cores de tinta de paredes, mas através dos simuladores de cores você consegue verificar qual a melhor opção para o seu ambiente, deixando-o mais bonito e decorando de acordo com a cor escolhida. Para saber mais sobre o simulador de cores de ambientes, acesse ao site da Suvinil e verifique, para acessar e conhecer, acesse através do endereço http://www.suvinil.com.br/Simulador.aspx e se divirta. Aqui você pode aprender como usar o simulador de decoração, na página coloque seu álbum de fotos, clique em “iniciar simulação”.

A decoração de paredes externas e a decoração de paredes internas irão variar de acordo com o seu gosto. (foto: divulgação)

Fonte: http://www.mundodastribos.com/cores-de-tintas-para-paredes-externas-internas%E2%80%93dicas.html

Reforma e manutenção predial

Já vimos em outros artigos que os materiais de que são construídos os edifícios têm uma determinada durabilidade, isto é, têm um período de vida útil, ao longo da qual vão se deteriorando (perdendo suas propriedades originais), até um momento em que não atendem mais as suas funções e precisam ser repostos, por isso se faz necessário o que chamamos de “manutenção predial preventiva“.

Vimos também que os materiais têm durabilidades diferentes. O concreto, por exemplo, do qual é feita a estrutura, pode durar 50 anos ou mais, enquanto a pintura dura alguns anos. Por outro lado a pintura protege o concreto e, se não for reposta periodicamente, o próprio concreto pode não durar os 50 anos que seria a sua vida útil normal.

Aprenda como fazer um bom concreto e evite prejuízos a curto prazo!

 

Tipos de manutenção predial e sua importância para o futuro da edificação

Assim, para que um edifício possa ter todas as suas funções prolongadas ao longo da sua vida útil, é necessário que, durante esse tempo, seja feita uma série de serviços de verificações, reposições e substituições. A esses serviços damos o nome de manutenção (LICHTENSTEIN, 1985). São exemplos de tipos de manutenção predial: repinturas, substituição de fios, tubos e aparelhos elétricos, trocas de fechaduras, torneiras, ou peças internas desses componentes, entre muitos outros. Os serviços de manutenção são rotineiros e periódicos. Existem também muitas empresas de manutenção predial. Assim, podem ser previstos e planejados, como se faz nas revisões programadas de veículos.

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Manutenção predial é diferente de reparo!

Isso é meio óbvio, mas necessário ressaltar. Quando realizamos a manutenção de forma correta, evitamos os indesejados reparos e reformas “emergenciais”.

Note como o conceito de manutenção predial é diferente do reparo. A manutenção é feita para que o edifício mantenha suas funções, enquanto que o reparo (conserto) é feito para restituir funções perdidas ou prejudicadas. Outra diferença importante é que a manutenção tem uma finalidade preventiva, isto é, tem como objetivo evitar problemas (evitar ficar doente) enquanto o reparo é uma atividade corretiva, ou terapêutica (tratamento da doença). A manutenção, como vimos, pode ser programada, ao contrário dos reparos, que são esporádicos, muitas vezes imprevisíveis e até emergenciais.

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É muito comum a falta de manutenção adequada dos edifícios, e isso é uma causa importante de patologias. Uma das principais razões disso é o seu custo, dificultando ou até mesmo impedindo os usuários de a executarem. Daí a importância, quando da escolha dos materiais que serão utilizados no edifício, de levar em conta não só o custo de aquisição, mas também o custo de manutenção. Muitas vezes pode ser mais vantajoso gastar mais na obra, comprando materiais de maior durabilidade, e ter menos gasto com manutenção depois que a obra ficar pronta.

É comum também deixar de fazer manutenção predial para fazer economia. Essa “economia” pode se voltar contra o próprio usuário, pois poderá gerar patologias muito mais caras para serem reparadas. Essa atitude está ligada muitas vezes ao desconhecimento e até ao descaso com a manutenção, como se não fosse uma coisa importante.

O reparador é um profissional que pode realizar tanto as atividades de manutenção predial quanto as de reparos, o que, de fato, acaba por ocorrer na prática. Por isso muitas vezes essas atividades acabam se misturando e se confundindo. É importante saber diferenciar as duas, pois como têm natureza diferentes, serão diferentes também os métodos de trabalho, os prazos, custos, etc. Além disso o cliente ou usuário precisa ser esclarecido sobre o tipo de serviço (manutenção elétrica, manutenção hidráulica, manutenção civil, preditiva, preventiva, corretiva e etc.) que está contratando.

Fonte: http://construfacilrj.com.br/reforma-e-manutencao-predial/

Revestimento de fachadas com cerâmica, mármore, granito, etc;

Em pisos, paredes ou fachadas, especificação de revestimento cerâmico deve considerar classificação e características do material, como índice de absorção de água, resistência mecânica, química e a manchas

No Brasil, seja pela abundância de matérias-primas ou pela herança cultural portuguesa, de quem adquirimos o gosto por azulejos, o uso de revestimentos cerâmicos tornou-se um costume antigo e corrente. Não é à-toa que o País está entre os cinco principais consumidores desse tipo de material e é um dos maiores produtores do setor, com capacidade instalada de 600 milhões de m² anuais.

Se no passado as placas cerâmicas estavam restritas às áreas úmidas de uma construção, hoje são encontradas nos mais diferentes ambientes, como residências, escritórios, indústrias e áreas externas, incluindo amplas fachadas. O mercado oferece uma imensa variedade em formatos, cores, texturas e acabamentos superficiais. Até mesmo a imagem de revestimento pouco nobre, quando muitos a comparavam à rocha natural, se mostra ultrapassada diante do surgimento de cerâmicas de alto desempenho técnico e forte apelo estético.

As dimensões das placas aumentaram, principalmente nas opções de piso, o que garante maior economia industrial, facilidade de assentamento e eliminação de juntas, consideradas locais em potencial para acúmulo de sujeira. Ao mesmo tempo, e acompanhando a tendência de industrialização dos sistemas construtivos, é possível encontrar painéis cerâmicos fixados em fachadas com inserts metálicos: sistema já largamente utilizado nas pedras naturais. O ganho em velocidade de execução, calculado pelo arquiteto Manoel Dória, pode chegar a 35%. “Diferente do sistema de assentamento com argamassa, a instalação com inserts é limpa, seca e, em consequência, mais rápida e com menos desperdício de material”, revela. Por tudo isso, hoje a cerâmica está entre os revestimentos arquitetônicos mais versáteis, com inúmeras possibilidades de composição.

Fonte: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/133/em-pisos-paredes-ou-fachadas-especificacao-de-revestimento-ceramico-deve-22715-1.aspx

Mais uma novidade Coral

Começamos hoje uma série de posts para apresentar as nossas novidades fresquinhas que estão chegando às prateleiras. Entre os lançamentos está o “Proteção Sol & Chuva”, que chega agora ao mercado com novo nome e embalagem. Essa tinta protege as paredes externas das casas, oferecendo mais resistência às intempéries e maior elasticidade contra fissura.

Sua tecnologia inovadora, aliás, traz ação contra fissuras, algas e mofo. E mais: “Proteção Sol & Chuva” é uma tinta acrílica elástica que forma uma película impermeável flexível, capaz de acompanhar a dilatação e retração de paredes em alvenaria ou concreto, causadas pela mudança de temperatura.

Que tal usá-lo na sua fachada?

Tudo de cor para você e até amanhã!

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Fonte: https://www.coral.com.br/pt/dicas-e-conselhos-de-decoracao/protecao-sol-chuva-chega-renovado-as-prateleiras